“Sistema penitenciário é falho” admite delegada do DHPP

Kássia Viana, delegada do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), declara “estranha” a concessão de liberdade a Rosemberg José Guilherme Marques, assassinado na tarde de terça-feira (18) na porta de um consultório dentária na Rua Lagarto em Aracaju, porque Rosemberg Marques respondia a diversos ações judiciais, além de ser condenado a mais de 19 anos de prisão pelo assassinato do ex-deputado Joaldo Barbosa ocorrido em Janeiro de 2003, segundo a delegada.

“Há muito tempo que ele é envolvido com o crime e há muita coisa”, comenta o delegado. “Ele não podia estar solto”, comentou. Rosemberg se beneficiou com a processão da pena para liberação, mas foi pegou em flagrante com arma ilegal e continuou o regime semi-aberto com tornozeleira eletrônica.

Entenda o caso do homicídio de Rosemberg

Na tarde da terça-feira, Rosemberg Marques foi atingido por tiros na porta de um consultório dentário, onde ele aguardava atendimento. De acordo com os primeiros levantamentos realizados pela Polícia Militar e confirmados no cenário do crime pelo tenente-coronel Vivaldy Cabral, comandante do 8º Batalhão da Polícia Militar, Rosemberg Marques chegou a atender uma ligação telefônica, teria informado onde se encontrava, saiu da parte interna do imóvel onde funciona o consultório dentário e, ao chegar na calçada, acabou alvejado por tiros. Os projéteis o atingiram pelas costas, ele correu voltou ao consultório e morreu sentado no sofá.

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