O momento é tenso e de reviravolta

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Foi como um toque de mágica. O que era vinho virou água e envolveu diretamente o presidente da República, Michel Temer (PMDB). A caixa de gordura do Planalto transborda e o esgoto exala podridão. Não dá para dizer que o Temer tenha sido pego com a boca na botija, mas bem próximo a ela. A notícia publicada com exclusividade pelo site de “O Globo” estremeceu Brasília no final da tarde de ontem. Relatos de políticos, inclusive de Sergipe, que estavam exibiam um cenário de muita tristeza e melancolia no bloco governista. Paralelamente de alegria e euforia na oposição. É que, teoricamente, está dando empate em termos de atos ilícitos. E o empate é um alívio para o bloco da propinagem que se expande por todos os lados. O escândalo que envolve Michel Temer e o senador Aécio Neves muda cenário e perspectiva para 2018. Claro que muda. Como estará o Brasil até lá? Haverá impeachment ou o presidente renunciará? A segunda opção seria mais digna, mesmo que o processo continuasse e ele perdesse direitos políticos. Enfim, como ficará Sergipe em 2018 com essa questão que abala a estrutura do País e desfaz sonhos de Poder. Todos terão que repensar, porque há possibilidade do Planalto cair em mãos do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), que pode realizar eleições indiretas para o sucessor. Bom! Aí seja o que Deus quiser… E puder. Apesar do clima tenso em Brasília, o líder do Governo no Congresso, André Moura, foi ao jantar programado com os prefeitos de Sergipe que participaram da Marcha. Um clima de velório. Mesmo assim houve ânimo para se cantar parabéns (foto) pelo aniversário de Eduardo Amorim e comer uma deliciosa torta, também ao lado do prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira (PCdoB). Um coisa, entretanto, animou os prefeitos. Com a presença de André Moura a maioria refez a esperança do Refis ser posto em prática.

 [+] Texto do jornalista Diógenes Brayner

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