2018: o ano do hexa?

Em 1994, aos 11 meses, comemorava os gols de Bebeto & Romário, mesmo de forma inconsciente, e o quarto título de Copa do Mundo que não vinha desde 1970.

Em 1998, aos 4 anos, ainda não entendia direito o que era aquele esporte de onze caras correndo atrás de uma bola. No entanto, mais tarde percebi que a geração de Zinedine Zidane e Thierry Henry não poderia passar em branco sem conquistar uma taça do mundo.

Em 2002, aos 8 anos, ficava até tarde para o ver o trio de “R”: Rivaldo, Ronaldinho Gaúcho e Ronaldo bilhar em terras orientais e quem diria conquistávamos o penta sobre a Alemanha.

Em 2006, aos 12 anos, vimos a última grande seleção brasileira que vinha de dois títulos em cima da Argentina de Riquelme, Verón & cia. Dida, Cafu, Lúcio, Juan, Roberto Carlos, Emerson, Zé Roberto, Kaká, Ronaldinho Gaúcho, Adriano e Ronaldo ficou marcado pela genialidade dos craques e suas festas, mas está no mesmo nível dos times de 82 e 86? Também possuía uma seleção de craques sem título de copa.

Em 2010, aos 16 anos, uma seleção competitiva sem craques como no passado recente, mas supria as carências com garra. No caminho encontrou a dupla Wesley Sneijder e Arjen Robben não teve a habilidade e nem cabeça para chegar as semifinais.

Em 2014, aos 20 anos, na copa em casa a alegria das pernas ficou com os alemães do 7 x 1.

Em 2016, ao 22 anos, vemos uma eliminação da Copa América centenária na primeira frase num grupo com Equador, Peru e Haiti a onde só fizemos gols nos haitianos.

Em 2018, aos 24 anos, o Brasil foi a primeira seleção a confirma a vaga para Copa na Rússia via eliminatórias (Além do próprio anfitrião que já possui vaga garantida). Será que a geração de Neymar, Gabriel Jesus, Philippe Coutinho & cia sob o comando de Tite conseguiram trazer alegria ao “país do futebol”.

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